domingo, 18 de julho de 2010

E deu...Faneca! Parte 2!!

Não conformado com o facto de só sair uma faneca na última pescaria, decidi hoje ir fazer mais um final de tarde no paredão a fim de descobrir afinal onde andam os sargos. Tudo arrumado ainda desde a última vez, peguei no carro e a meio fiz a chamadinha da praxe para chamar o Sebastian, que prontamente concordou com uma pescaria.
Chegado lá, montei tudo direitinho e estava a pescar. Não tardou muito a pescar a primeira faneca. Entretanto chegou o Sebastian e após uma outra faneca minha, ele lá tirou o primeiro peixe desde estas ultimas pescarias por Viana!
Sebas com mais um peixeco!
A pescaria continuou tarde dentro e com o sol já posto, decidimos dar por terminada a pescaria, resultado final: 5 Fanecas e 1 Badejo (Pollachius Pollachius), 1 Larote (Ciliata Mustela) devolvido à água. Resultado competitivo: 4-3, ganhei eu por pouca margem.

Já em casa, ao descamar os peixes, reparei que uma das fanecas tinha algo na boca. Como gosto de ser curioso nestes casos, fui analisar o que era.
Pequeno caranguejo mastigado....
A faneca tinha dentro um pequeníssimo caranguejo já meio comido. Achei curioso e fiquei a saber um bocado mais sobre a alimentação destas "feras" que são as fanecas!
Fanecas e Badejo
E eis a foto de praxe, com 5 fanecas alinhadas e 1 badejo ao comprido.
Ler mais »

sexta-feira, 16 de julho de 2010

E deu...Faneca!

Pois é, deu faneca! Para variar, estava eu cansado de nada fazer e fui à pesca. Peguei nas trouxas, tudo para o carro e paredão aqui vou eu! Dei um toque ao Sebastian para aparecer também. Cheguei lá, fui tentar novamente o local onde apanhei o sargo jeitoso e a iscar com camarão como de costume, fiz uns lançamentos a ver o que saía. Desta vez não tive tanta sorte, deu faneca:
Mais uma faneca...!
Assim que tirei a faneca, procuramos outro local para tentar a nossa sorte, mas de nada adiantou... Decidimos então ver o que se passava no Cabedelo. Chegamos lá e vimos os pescadores de carapau habituais mas hoje não estava muito boa a pescaria, uns carapaus, uma tainha e uma cavala. Montamos a cana de fundo mas pouco tempo lá ficamos, já eram mais que horas de voltar a casa! Ficou para outro dia a pescaria a sério....
Ler mais »

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Escapadinha de ultima hora

Estava eu na biblioteca da escola, prestes a ir embora depois de passar um bocado da tarde a trabalhar para o Projecto de Curso, quando olho para as horas, para o estado do tempo e decido rapidamente: Vou à pesca nem que seja um bocado.

Dito e feito, juntei as tralhas rapidamente, peguei no camarão e lá me fiz eu outra vez até ao paredão(era mais perto e ando a explorar a zona). Tinha mandado uma mensagem para aparecer também a um colega meu de curso, o Sebastian, que pelos vistos também é grande viciado na pesca.

Ainda não tinha o Sebastian chegado, quando tenho a primeira captura do dia, um pequeno Badejo (Pollachius Pollachius).
Faneca!
O ânimo ficou logo em alta e o peixe que era pequeno foi devolvido ao mar. Entre lançamentos e umas chumbadas perdidas, lá aparece o Sebastian.

O mar estava calmo, com uma ou outra onda ocasionalmente maior mas o que chateava mesmo era o vento contínuo que não deixava esticar a linha e detectar picadas nem se fala.

Mais para o final do dia, já estava o sol a por-se, ao recolher sinto uma prisão mas a folgar cada vez mais. "Vem aí algo" disse eu para o Sebastian e não estava enganado, um Larote (Ciliata Mustela) com mais de palmo!
Larote e Faneca
Entretanto o vento acalmou e permitiu esticar melhor o fio e foi assim que me apercebi que tive uma picada muito suave. Cravei o anzol rapidamente e assim veio o último da pescaria, uma faneca de tamanho idêntico ao larote. O sol estava posto, a pescaria estava feita e ficou a promessa de voltar mais vezes para destilar este vicio desgraçado e maravilhoso!
Ler mais »

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E material??

Pois é, encontro-me com muito tempo livre disponível (há outras coisas na vida para além da pesca(será?...)) e uma vez que não vou a pesca, posso colocar aqui uma breve descrição do material que me faz acompanhar nas jornadas por Viana. Não irei colocar tudo de uma só vez, senão depois mais tarde deixaria de ter o que fazer("vai à pesca oh malandro!").

Canas
Ora bem, começando por aquilo que nos faz duvidar sempre da sua resistência aquando necessário puxar um exemplar maior de sítios altos, as canas que me fazem acompanhar são:

A primeira cana de surfcasting que comprei, já la vai cerca de um ano, foi uma Barros Albatroz Top Surfer - 4,5mt - 100gr/250gr. Não me tem dado desilusões, pelo contrario, tem um bom comportamento, que coloque chumbadas leves(100gr) quer coloque algo mais pesado(máximo que já usei foi 180gr). Para já, é a matadora de serviço!

A vermelha, a mais recente aquisição, é uma Grauvell SC Surf EX - 4,2mt - 100gr/200gr. É uma cana mais leve, mais fina e mais sensível. Nos lançamentos que já fiz com ela, reparei que a ponteira é extremamente sensível e fina e requer um tipo de lançamento mais delicado. Pode ser a minha salvação em dias de pesca difícil, colocando material mais fino a trabalhar!



Ler mais »

terça-feira, 29 de junho de 2010

Após tanto tempo...!

Com falta de sono e maré adequada, eis-me a partir em aventura para o mar vianense. Eram 4h30 quando liguei o motor do carro, segunda-feira para terça-feira, quando constato para mim mesmo "Há gente mesmo doida, mas eu não passo ao lado...". Ignorei e fui a pesca.

Cheguei ao pesqueiro e apesar de um nevoeiro desgraçado, lá montei a tralha toda. Tudo pronto, ainda uma escuridão que me fazia usar a lanterna na testa, efectuo o meu primeiro lançamento da noite. Pensava eu "Vamos lá ver o que sai daqui....".
Na verdade, não saiu nada. Esse primeiro lançamento seria o ditador da opção seguinte, mudar de lugar. E porque, podem perguntar? Porque devido à escuridão, não me apercebi da quantidade estupidamente grande de algas que por ali andavam. Apercebi-me disso da maneira mais ingrata, ficando sem o estralho todo, que tão carinhosamente preparei na noite anterior...

Mudei de lugar, decidi arriscar uma boa percentagem de material e ir para um lugar mais rochoso mas que certamente não me traria problemas vegetais!

Opção essa que logo nos primeiros lançamentos se mostrou vantajosa, uma vez que passei a ter toques de peixe (ainda se desferrou um bodião, já quase fora de água). Lançamento vai, lançamento vem, tive um toque imediatamente após um mesmo lançamento. "Lá anda o peixe pequeno a brincar com o isco" foi o meu primeiro pensamento... Errado estava eu, pois o toque seguinte foi mais forte e a cana quase que imediatamente, começou a inclinar-se para a frente.

A tremer de emoção, consigo controlar o peixe e trazê-lo para a beira e enfrentar o novo problema... Como vou eu levantar este peixe de la do fundo, das rochas, sem partir nada ou perder o peixe? Ora bem, vale aqui a pouca, mas valiosa experiência de pescar aos sargos em Sintra com o meu primo em locais bem altos e com o peixe sempre pendurado.
A cana, nova e praticamente a valer a estreia, estava toda dobrada e o carreto parecia querer ceder à força, mas com calma lá consegui trazer o "bichinho" para cima.
Grande e escuro Sargo!
Tremendo por todos os lados, a primeira reacção foi libertar o pensamento que me estava bloqueado pela adrenalina: "FO-DA-SE". Depois acalmei um pouco e acordei uma certa pessoa para contar o sucedido (peço desculpa, mas sabes que é mais forte que eu!).

Não saiu mais nada, mas fiquei com a sensação de missão cumprida e que afinal o local ainda me pode surpreender!

Fica aqui o registo do Sargo: 600gr, 32cm!
Ler mais »