quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Arrumações

Está a fazer agora 2 anos desde que fiz um post onde falava das amostras que me acompanhavam nas investidas de spinning. Olhando para trás, vejo que 2 anos é muito tempo e como as coisas mudam e crescem...

Aproveitando o facto do mar  não me deixar molhar as amostras à uns valentes dias, decidi fazer um pequeno "inventário" das que possuo actualmente.

Das poucas amostras que tinha na altura do post anterior algumas continuam a acompanhar-me actualmente nas investidas, outras perderam-se de amores por pedras mas há também reforços e alguns de peso!

Sem saber ao certo os números posso desde já dizer que acho que tenho amostras a mais (é a minha opinião) e por vezes entre elas apenas muda a cor ou tamanho, outra vezes muda o formato e o sistema de transferência de peso... Algumas foi o pescador que foi pescado e não conseguiu resistir (admito, não sou de ferro!) e acabaram por se juntar às restante.

O conjunto completo
Mas seja como for e voltando ao assunto, este post é para dar a conhecer um pouco as amostras que vou usando nas variadas situações e condições. É possível que existam dúvidas sobre como e quando utilizar algumas amostras, quem sabe se assim essas dúvidas o deixem de ser! :)

Começando pela superfície, tenho algumas passeantes/popper que apesar de não ter tido uma captura grande e digna com elas, quando o tempo aquece e o mar deixa, ocasionalmente lá tento a minha sorte com elas.
São amostras que requerem alguma técnica para as colocar a trabalhar como mandam as regras, mas nada que umas horinhas num rio ou lago a treinar não façam milagres.
Quando há bastantes algas logo abaixo dos primeiros metros ou rochas, estas amostras podem ser uma boa aposta para evitar perder amostras, umas atrás das outras.
Heddon Super Spook - Okie Shad
Yo-zuri Hydro Pencil - CSBL
Patchinko - Ghost Silver
Storm Chug Bug - Metallic Blue Mullet
Caperlan Murray 100 - Silver Green
Descendo directamente para o fundo, vem agora a vez dos vinis e zagaias que são quase obrigatórias quando o mar está mais agitado, com corrente ou até mesmo quando quero chegar bem lá ao longe, onde nenhuma amostra "normal" consegue chegar!
As zagaias aguentam muito bem o mar mais bruto e quando recolhidas a ritmo constante podem desencantar "aquele" robalo que teimava em não aparecer.
Os vinis estão cada vez mais em uso devido à capacidade de obter grandes distâncias e ser possível trabalhar nas várias camadas de várias formas e feitios.
Basta deixar ir ao fundo e dar toques com a ponteira para bater o fundo aos saltinhos, uma recolha mais lenta para ter o vinil a trabalhar rente ao fundo ou uma recolha mais energética para fazer o vinil subir um pouco.
Isto apenas para exemplificar os vários usos que se lhe pode dar, haverão mais formas e assim como os passeantes, nada como alguns treinos em água parada para perceber como funcionam.
Storm Ultra Eel Texas - Ayu
Lunker City 4,5" - Atomic Chicken, Arkansas Shiner e Smelt
Sakura Punshad-T - Clear Pink Back
Fiiish Black Minnow - Kaki e Brown
Zagaias com atrelado - Hiro Jig Chaser, Raglot, Civelix
Maria Mucho Lucir - Polvinho branco

Hart Metal Vib
Agora as amostras "normais" cada qual com a sua profundidade e capacidade de trabalhar com mais ou menos mar.
Com as seguintes amostras tento sempre fazer um jogo de cintura com o estado do mar, vento e correntes: se está calmo e quase sem corrente, vai uma amostra com pala pequena e discreta (Macua, Maxrap, etc); se está com alguma corrente e o mar mais forte então obviamente terá que ser uma pala maior que agarre melhor a água (Maria Angel Kiss e suas cópias, Lucky Craft Flashminnow, etc) que claramente dão cartas quando parece que mais nada se segura dentro da água.

Começo então pelas mais ligeiras e usadas muito raramente, as shallow que são ideais para zonas com rocha e águas mais abertas, onde ser discreto mas apelativo entre as rochas é obrigatório.
Trabalhadas com puxões secos e pausas mais ou menos rápidas, estas amostras criam movimentos erráticos que imitam um peixe a lutar para se manter vivo perto da superfície.
Na foto seguinte apenas falta uma Maria Amnis 1 que está para envernizar...
Duel Hardcore Lipless Minnow 120F - KPCA e SMKS
Daiwa US-0/1 F - Olive Shad
Rapala MaxRap 13 - FAYU
Logo de seguida mostro algumas que mesmo não tendo muita confiança nelas, lá vão ocupando 1 ou 2 espaços na bolsa quando vou para uma zona mais calma, já que estas também não aguentam muita água.
Também podem ser trabalhadas com puxões energéticos como as anteriores ou apenas recolhidas de forma constante.
A sua pequena pala faz com que não sejam uma boa opção quando o mar tem alguma força, facilmente deixam de trabalhar com o mar assim.
Westlab Macua 14 - B04 e M13 (2x)
Lucky Craft Sea Finger 133F - Aurora Green Shad
Dansel Slimma - A29
Começando agora a chegar à parte mais interessante mas ainda dentro da mesma gama, apenas subindo os tamanhos tenho as cópias das famosas Daiwa Saltiga (agora Daiwa Tournament) em pelo menos 2 tipos de cópias, Macua e Yokozuna.
Estas já aguentam melhor o mar que as anteriores e conseguem atingir distâncias aceitáveis sendo cópias. As fateixas requerem alguma atenção, mais nas versões 14 que nestas, mas normalmente aguentam a bronca (não convém abusar ao içar peixe ou lutar com o peixe).
As próprias cópias são praticamente iguais, sendo diferenciadas pela cor das fateixas (Macua - niquel, Yokozuna - pretas).
Westlab Macua 165 - M22, G07, A41, M13 e MC07
Yokozuna Montero 165 - MA05, B09 e  MA02
Quando o problema com o mar é mesmo a sério e é necessário mais atrito na pala, a artilharia já é outra...
Com tamanhos mais pequenos,entre os 120mm/130mm a Maria La Segunda 115 e as Duel Aile Magnet 125 vão chegando para o gasto. Não são recordistas nos lançamentos, mas cumprem bem a função.
Gosto particularmente da Maria La segunda e as suas esferas internas.
DUEL Aile Magnet 125 - HAJ e HIW
Maria La Segunda 115 - GFR
Strike Pro Mustang Minnow MG-001 (lastrada) - 032A
Aumentando um pouco o tamanho e peso chegamos a pesos pesados como as Maria Angel Kiss, Daiwa SP Minnow e Akadas/Dansel.
Este tipo de amostras praticamente dispensa apresentações, elas quase que trabalham sozinhas e quase que aposto que todo o pescador que faça spinning tem uma ou pelo menos uma cópia consigo!
Aguentam bem o mar mais robusto e lançam bem devido ao seu peso e sistema de transferência.
Pelo meio desta "categoria" meti uma Ryobi Trapper, uma Shimano D-Complex e uma Storm Thunder Minnow (a Macua 120 devia estar na foto de cima e não nesta... :P )
Shimano D-Complex - 01T
Maria Angel Kiss 140 - SY e AY
Dansel Lubina XL - A34
Ryobi Trappers - Chartreuse
Vega Akada Original 140F - CLB e "Akadayu"
Daiwa SP Minnow - Shinner, Chartreuse Raindow, Sardine
Storm Thunder Minnow 17 - MAC

Agora as mais "interessantes"....

São talvez as mais interessantes (para mim) por serem as mais protegidas, se uma macua ficar presa numa rocha é lixado mas paciência, nada a fazer....Mas se uma destas ficar presa numa rocha e não se soltar podem crer, vou ficar bem chateado e ter querer lá ir a nado buscar ( seja dia ou noite) é pouco - isto se não lá for mesmo!
Com os melhores acabamentos e cores, fateixas melhores que as "low cost" e com melhores distâncias obtidas nos lançamentos, as próximas amostras são aquelas que coloco num patamar acima das até agora apresentadas.

Começo por uma família de Maxrap's maioritariamente de tamanho 17 que é o que eu mais gosto de utilizar. A maior parte tem cores naturais, sendo excepção à regra a Chartreuse e a Redhead (foi oferecida).
Estas amostras e principalmente no tamanho 17 costuma dividir as opiniões. Uns dizem que faz helicopteros lançamento sim, lançamento não. Outros dizem que não notam nada de especial e lançam normalmente.
Pessoalmente posso dizer que as lanço normalmente e raramente tenho problemas com elas, desde que a "pancada" na altura do lançamento seja feita no timming certo...
Rapala Maxrap 15 - FAYU e FPGH
Rapala Maxrap 17 - FAYU, FG, FB, FHC e FRH
As próximas são velhas conhecidas do pessoal que faz spinning e a par da Maria Angel Kiss, são das amostras mais conhecidas. As Lucky Craft Flashminnow 130 com as suas cores fantásticas e sistema de transferência de peso por esferas são amostras que fazem muito peixe quando usadas nas condições ideias.
São amostras que devido ao seu sistema de pesos permitem fazer paragens durante a recolha sem prejudicar a profundidade a que se encontram, emergindo lentamente.
Na foto seguinte apenas estão ausentes 2 Ghost Oil Sardine, que estão para envernizar neste momento...
Lucky Craft Flashminnow 130 - MS MJ Herring, Zebra MS Ghost Minnow,
Pearl Shad, Aurora Green Shad, Ghost Green Smelt e Chartreuse Shad
Lucky Craft Flashminnow 110 - Metallic Ayu
Para terminar deixo aquelas que a par das Lucky Craft mais me fascinam, as Daiwa Saltiga 17 ao lado das Shimano Silent Assassin.
Podem ser da opinião de que estas amostras não são nada de especial, mas para os meus pesqueiros e para a forma como encaro o spinning, estas amostras preenchem bem o que procuro numa amostra.
Distâncias longas, aguentam algum mar, um trabalhar soberbo e o sistema de transferência de pesos é do mais suave e potente que já encontrei.
Se tiverem oportunidade, peguem numa cópia (Macua, Yokozuna, etc) e peguem numa Saltiga. Agora invertam as amostras ao mesmo tempo e sintam os êmbolos a deslizar. Nada a ver uma com a outra, basta ver a frequência com que as cópias prendem os êmbolos, às vezes sem sequer ir à água!
Daiwa Saltiga 17 - Sardine, Black Shiner, Brown Back e Chartreuse
Shimano Silent Assassin 165 - Ochiayu
A lista é longa, certamente haverá quem tem o dobro, triplo ou mesmo dez vezes mais que eu, mas do meu ponto de vista a lista estará completa, havendo apenas 1 ou 2 vagas para a DUO Tideminnow (um dia que eu perca a cabeça e amor ao dinheiro eheh).


Agora resta o mar acalmar um pouco e vamos ter acção...Ai vamos vamos!!! ;)

27 comentários:

  1. Muito bem Cláudio.

    O curioso é que quando começamos a pescar juntos tinhas algumas duvidas sobre as amostras de 17, em especial estas ultimas que apresentas-te, comigo passou-se o mesmo.
    Demorei algum tempo a largar as amostras como a Saltiga de 14 para começar a usar as 17, mas neste momento tenho que admitir que as amostras de 17 são quase sempre melhor opção, e com resultados muito melhores.
    Ainda me lembro de safares algumas grades com a zagaia e o vinil branco atrelado.
    Referes um ponto bastante interessante que tem haver com os helicópteros, esses fizeram parte das minhas pescarias, com amostras como a saltiga 17, Max Rap 15, até mudar de cana para a Daiwa Infeet ou Lateo.
    Neste momento penso que tanto tu como eu temos amostras a mais, e tenho a certeza que novas aquisições apenas servem para colmatar saídas do plantel de amostras válidas, sentindo que cada vez mais as LowCost deixam de ser uma solução para serem um problema.

    Acho que podias fazer umas curtas reflexões entre:
    A tua evolução como pescador <=> resultados obtidos
    Material Atual <=> resultados obtidos
    Tendo por base que nos últimos anos temos sempre vindo a aumentar o nº de capturas.

    Um abraço Gradeiro
    João Baltazar

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    1. Ehhh Gradeiro,

      Tu melhor que ninguém sabes que tivemos um salto nestes 2 anos optando por tirar nós próprios conclusões sobre o que íamos usando.
      O salto 14->17 foi algo natural, tínhamos necessidade de maiores distancias e algo que aguentasse o mar e não era com as 14.
      Os helicópteros ainda vão acontecendo, mas começam a ser raros, novamente houve uma adaptação, tanto de material como de postura na altura dos lançamentos...
      E apesar de ainda ter uma certa esperança nas lowcost, admito que ultimamente apenas servem como "investigadores de pedras".

      Como pescador, passei a deixar de ver e comer tudo que me aparecia à frente, mudam-se os hábitos e as necessidades. Tenta-se agora ir de encontro às coisas que realmente funcionam, sem inventar muito (ok, ocasionalmente lá se inventa um pouco no desespero :P).

      O numero de capturas é um bom indicador, mas ainda há muito caminho a percorrer...Muuuuuito mesmo ;)

      Abraço

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  2. Boas Claudio,
    ai está uma maneira de passar o tempo em quanto o mar não deixa molhar as amostras, organizar e fazer um inventário do material que temos disponível, bonita colecção sim senhor, estão investidos uns bons euritos ;)
    Um abraço, temos de esperar por dias melhores para dar utilidade ás amostras

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    1. Boas Pedro,
      É realmente uma boa maneira de passar o tempo, ver o que temos, o que poderá faltar, ver o estado das fateixas e argolas, etc...
      Quanto aos euros, melhor nem falar...! Apercebi-me disso depois de fazer o post, durante 2 anos foram gastos "alguns" :P Já por isso é que digo que já me chega e bem!!

      Abraço e venham melhores dias :)

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  3. Eu também acho que tu e o Baltazar têm amostras a mais!
    Podem oferecer a quem tenha menos!
    Olha podes oferecer-me essa Maria ayu e essa Daiwa SP minnow chartreuse!
    Maria la segunda hahahahahahaha por amor de Deus que ganda charuto!!!

    Rui Louraça

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    1. Ahahaha até parece oh Zé das bolachas!
      Nos teus anos eu ofereço-te uma Daiwa SP, só para gradares com estilo :P
      Tu bem implicas com a Maria La Segunda, mas ainda te vou ver a render-te a ela eheheh

      Abraço ;)

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  4. Boas Cláudio.

    Ca granda colecção que para aí vai :O :O As minhas(rigidas) cabem todas na mala da shimano, fora as suplentes de cada cor, mais acho um desperdício €€€.
    Mandavas aí algumas fora, e já tinhas espaço e dinheiro para umas DUO.
    Quanto à Maria La Segunda, é boa para dias de mar grande e para ficar nas pedras. ahahahah

    Abraço e boas pescas

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    1. Boas João,
      Eheheh é bem verdade, isto de estar parado e começar a olhar para elas serve para chegar à conclusão que "se calhar" já são demais :P
      As DUO, as grandes DUO.....huuuuum... Um dia, um dia ;)
      E ainda gostava de saber que raio têm contra a La Segunda ahahah :D Ela vai ser matadora!!!!......Um dia.....Se calhar não.... :P

      Abraço!

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  5. Viva C. Morais,
    Isso é que é pau para toda a obra! Com tanta opção.... não existe probalilidade de ser um bocadinho mais dificil seleccionar o artificial, digamos mais apropriado para as condições/ cor do mar? Abraço amigo

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    1. Boas Nuno,

      Por acaso referes uma situação curiosa e interessante.De facto é mas também não é complicada a escolha dos artificiais que me fazem acompanhar... Passo a explicar:
      Actualmente moro a alguns km's do mar, pelo que muitas vezes passam largos dias desde a última vez que lá estive. Durante esse tempo naturalmente vai mudar a cor do mar, areias, correntes...
      Então o "truque" passa por ter 1 ou 2 amostras para cada situação especifica que normalmente poderei encontrar na zona! Por exemplo, se a previsão aponta um mar calmo e sem vento, posso optar por amostras mais ligeiras e de cores naturais.
      Se estou a prever correntes e águas escuras, levo umas Marias Angel Kiss, umas LC's e uns vinis em tons mais fortes. Mas levo também 1 ou 2 macuas ou maxrap, só para o caso da previsão desviar-se...
      Actualmente a equipa está mais ou menos definida, apenas sendo alterada conforme a previsão e/ou local :)

      Abraço!

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  6. Boa seleção de amostras! Tudo bem arrumadinho e pronto a ir à água quando houver condições, de preferência com peixe.

    Saúde, da boa! ; ))

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    1. Ehhh pescador!

      É o que dá num mês ir apenas 2x ao mar, fica-se a ressacar em casa e a pôr tudo em ordem :)
      Já agora, acrescentarias ou tirarias alguma? ;)

      Abraço!

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    2. No que concerne às amostras rigidas sou muito "conservador" e só tenho 3 modelos de outras tantas marcas, para não andar sempre a investir à toa no último modelo/marca e depois ficarem encostadas à box, e esses 3 modelos adaptam-se às condições do mar e à morfologia do fundo, sendo que: um é para pescar em sitios de pedra com pouco mar; outro para pescar nas pedras com muito mar e outro para pescar em sitios de areia. Este último modelo com a particularidade de ter umas fateixas que dão para lastrar e, desta forma, posso utilizar com muito ou pouco mar e para atingir distâncias maiores. Nos restantes modelos não dá para ter este tipo de fateixas e lastrar porque os locais de pedra, como se sabe, têm unhas para agarrar as amostras. eheheh Depois ainda tenho os vinis (um modelo de uma marca), as zagaias (2 ou 3 modelos e gramagens diferentes de 2 marcas) e os chivos (3 modelos de gramagens diferentes)
      A partir desta explicação já dá para teres uma noção do leque de amostras e as condições que as mesmas cobrem. Não é necessário ter muitas amostras mas convém ter boas e abrangentes.

      Saúdinha! ; ))

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  7. Boas Cláudio,
    Que bela coleção...
    Eu agora já só levo 8 amostras comigo as outras ficam a ressacar, é claro que essas são escolhidas em função do pesqueiro e condições do mar... :)
    As tuas amostras estão bonitinhas, quase parecem novas, ou isso andam poucas vezes dentro de água, ou tu estás sempre a polir elas... LOL

    Forte Abraço e quando o mar deixar vai ser díficil, saber qual delas optar... :)

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    1. Boas Manuel,
      Eu não levo todas comigo para a pesca, era o que mais faltava!! :P Levo apenas aquelas que acho que vão ser mais adequadas naquele momento, o resto fica para outras alturas :)
      Eheheh olha que andam muito na água, mas com verniz as marcas ficam mais disfarçadas ;) Claro que também lhes dou muitos miminhos em casa ahahaha :D

      Grande abraço!

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  8. Excelente coleção de amostras.Amostras para todo o tipo de situações.Por vezes perguntamos a nós próprios para quê tanta amostra, se aquelas que vão a banhos são quase sempre as mesmas.
    O que é que nos leva a comprar dúzias de amostras se nós só pescamos com meia dúzia delas!...
    De todas as amostras que eu observei despertou-me atenção essa Shimano Silent Assassin.
    Claudio qual a tua opinião sobre esta amostra e em que situações é mais eficaz.
    Ab.

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    1. Olá Pedro,
      É um pouco contra-senso mas é verdade, amostras para todos os tipos de situações mas depois acabamos por ter muitas e por norma usamos quase sempre as mesmas e que confiamos cegamente... :)
      Em relação à Silent Assassin gosto bastante por ser rival(para mim) da Saltiga, com os prós e contras dela.
      Gosto da pala maior e do sistema de transferência, assim como o facto de ser flutuante mas ficar suspensa durante bons segundos se fizermos uma pausa.
      As fateixas são boas mas não excelentes, se forem forçadas acabam por abrir...
      As situações são as mesmas que as Saltiga, onde seja preciso longas distâncias e aguentar algum mar. Não afundam muito, com cuidado pode-se usar em zonas mistas.

      Abraço

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  9. Olá C.Morais.
    Tenho seguido este teu blogue a fim de ir aprendendo alguma coisa com quem já tem conhecimento sobre este tipo de pesca que tanto me intriga e fascina.
    No ano passado comprei quase todo o material que precisava para começar a pesca ao spining inspirado em blogues como o teu e alguns sites de referencia como o (PCA).
    Tenho a consciência que tenho um longo caminho a percorrer mas é com comentários sobre amostras e escolhas que também vou aprendendo algo.
    Obrigado por partilhares connosco os teus conhecimentos e a tua coleção de amostras que me deixa arrepiado.
    Eu que só tenho umas 6 amostras por enquanto fico a pensar!
    Se eu tivesse aquilo tudo como iria ser a minha escolha?
    Acho que ia disparar tudo para o Mar e ver no que dava hehe.
    Mais uma vez obrigado e vai continuando a colocar posts no blogue que eu cá vou seguindo tentando aprender mais.
    Forte abraço

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    1. Olá V. Teixeira ,

      Obrigado por seguires o meu blog, é bom saber isso :)
      O caminho a percorrer toca a todos, eu também tenho que percorrer o meu e ainda tenho muitas coisas para aprender ;)
      Quanto às amostras, naturalmente que não comecei logo com todas estas amostras, com o tempo elas foram sendo compradas, oferecidas, trocadas....
      Se tivesses aquilo tudo as escolhas teriam que estar relacionadas com as condições do pesqueiro e do mar, o objectivo não é levar todas para lá mas apenas aquelas que se adequam.
      Não faria muito sentido levar uma amostra leve e pequena para um mar agitado, por exemplo.
      Espero ter ajudado :)

      Abraço

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    2. Viva pescador! Grande colecção tens ai. Só te falta lá uma única da marca "voron". Aquela k dá para todos condições e mares e mata quando as outras não. E com 14 cm é mais voadora de k uma maxrap 17, acredite hehe..
      Abração e mas pescas.
      Voron.

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    3. Boas Voron,

      A marca "Voron" já são amostras de outra gama e não se arranja assim sem mais nem menos em qualquer canto eheh :P
      São pau para toda a obra ;)

      Abraço e más pescas!

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  10. Gostava de fazer um treino (sou amante da pesca, mas aprendiz) a norte do fortim que fica a seguir à Praia Norte. No meio daqueles penedos todos, o que me aconselharia, caro sr.

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    1. Olá António,

      Se estiver a falar de spinning, talvez o melhor seja começar numa zona menos "agreste" e com mais areia pelo meio, aquela zona tem muitas pedras e pode perder muitas amostras inicialmente.
      Se for ao fundo, é possivel que o resultado seja o mesmo, perda de material nas pedras.
      Pode tentar uma pesca à boia ou buldo, tudo depende do que pretende capturar.

      Abraço

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  11. Boas... excelentes escolhas e bem cuidadas... tambem sou portador de uma vasta coleçao e gostava de as poder proteger das batidas das rochas... qual o verniz indicado para esse efeito?
    Continuação de boas pescarias.
    Abraço
    Vitor Cordeiro

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    1. Olá Vitor,
      A melhor protecção contra as batidas das rochas é.... Não baterem nas rochas.
      Por melhor e mais resistente que seja o verniz, uma pancada seca na rocha irá estalar o verniz e deixar marcas na amostra.
      A meu ver, o verniz ajuda mais a proteger a pintura da rotação das fateixas (semi-círculos) do que propriamente das rochas...

      Abraço

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