quinta-feira, 26 de julho de 2012

Uma "quase-maratona" Atlântico-Tejo!

Vou-vos contar um dia que me deixou estourado por completo e mal tive tempo para descansar...

Depois de uma troca de mensagens e uns telefonemas, descobri que um colega do PcA é praticamente meu vizinho e sofre da mesma doença que muitos de nós: adora pescar! A troca de mensagens rapidamente se transformou numa pescaria marcada e às 5h da manhã de um sábado (valha-nos a loucura...) lá estava eu a pé!
Cumprimentos feitos e trocadas umas impressões durante a viagem, que feita sem problemas com o sol a querer espreitar e num instante estávamos no local do crime. Uma breve espreitadela para ver o estado do mar: agradável. Vamos lá ao que interessa!

Amostras na água, eu optei por experimentar um cabeço de areia, o meu vizinho já conhecedor dos cantos da casa optou por ir logo para o seu spot. Lançamento atrás de lançamento, nada... Ambos a aproveitar as zonas mexidas e espumadas, ora perto e ao longo da costa, ora mais fora, mas o peixe não estava a colaborar...

Eis que me lembro de um pequeno trunfo na caixa das amostras e vou buscar a minha zagaia (chapa) com civelix branco. Queria chegar lá ao longe onde o mar estava a mexer bem e tentar a minha sorte. Lançamentos longos, sempre a trabalhar a zagaia ora com um trabalhar linear calmo, ora aos puxões nervosos e eis que... Toque! O peixe estava preso, a luta começou, a cana sofre e aguenta muito bem a carga, o carreto liberta um pouquinho de fio mas a luta terminou...


Não, o peixe não fugiu mas tratou-se de um jovem e rebelde robalo que achou que o civelix era um belo petisco! Não foi preciso grip, já que a zona era de areia mas ao pegar no peixe (já "gripado") reparei num pormenor que nunca mais na vida vou repetir: não vinha preso pelo anzol, mas sim pelo clip. É verdade, pelo clip do destorcedor! Tirei fotografias mas não ficaram grande coisa e como o peixe já estava fora de água à algum tempo, decidi desistir da foto perfeita e libertar o bicho.
Zagaia e civelix à esquerda na minha mão
Não era um mini robalo, já deveria ter os seus 30-35cm mas safou-me da bela grade prometida e como recompensa voltou para o seu habitat! Obrigado "puto"!
A pescaria continuou e ainda cheguei a ver mais uns jovens robalos à caça, mas não queriam nada connosco. Eis que chega a hora de regressar à base e constatou-se porque gradou o meu vizinho: não levou o seu chapéu da sorte! Ora pois, qualquer pescador que se preze tem o seu amuleto ou ritual da sorte!
Rumamos a casa estourados e ficou logo combinado um rematch...

Material lavado, duche para refrescar, almoçado e o sono apodera-se de mim... Deito-me e nem passou uma hora toca o meu telemóvel. O meu primo queria tentar a sorte no Tejo! Ainda meio cheio de sono lá disse que sim e combinamos a hora e o local. Lançamento atrás de lançamento, nada...
Troca de vinil, aposta noutras cores e pesos, nada... Já cansados de gradar, pensamos "Bem, entre gradar e tirar um xarroco"... Sim, optamos por tentar apanhar o xarroco anti-grade!
Mas como é preciso uma grande técnica e sabedoria e anos-luz de experiência qualificada no estrangeiro intercontinental para apanhar tal raridade, só eu me safei!
El Xarroco!
Chegado o fim do dia, ainda vimos 2 ataques de corvinas mas nem assim queriam alguma coisa connosco, fica para a próxima! Infelizmente, a época delas já vai avançada e começam a rarear. Não que isso seja impeditivo de tentar a sorte na mesma, pois o convivio (e xarrocos/grade) está praticamente garantido!

Fim do dia, deito-me na cama e tento pensar no dia que foi, mas adormeci antes de sequer começar a pensar... Missão cumprida!
Há dias assim, e eu gosto é disto!

Um abraço a todos!
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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Sucesso a meio termo!

Ora viva a todos!
Ultimamente têm havido bastantes mudanças na minha vida e os tempos para publicar acontecimentos ou novidades vai sendo escaço, pelo que peço desculpa! Mas tudo tem o seu motivo...

Depois de um "acidente" pessoal que me afastou por uns tempos de tudo que fosse actividade, numa sexta-feira à noite o desafio foi lançado pelo meu primo: "temos cerca de 1h30 para ir à pesca, bora ali ao Tejo?". Claro que prontamente aceitei e rapidamente peguei no material (sempre pronto para situações como esta).

Destino já escolhido, preparam-se as linhas, dão-se os últimos toques nos nós e lá vai vinil para a água. A noite até estava agradável, comparando com os dias anteriores, mas de vez em quando sentia-se uma brisa fria lembrando que o clima anda de todo avariadinho (estamos praticamente a meio do Verão oh S.Pedro!).

Lançamento atrás de lançamento, conversa disto e daquilo e de repente... O telemóvel toca! O meu primo pára os movimentos do vinil, vai ver o telemóvel e depois pega na cana. "Está preso no fundo..."


De repente, começa a sentir uns tremeliques na linha e tentou adivinhar, "Olha, afinal parece ser um xarroco ou um robalinho". Vai subindo e quando chega à tona da água, começa a acção, a verdadeira acção! Afinal não se tratava de peixe pequeno e a julgar pela luta, uma bela corvina estava do outro lado.

"Calma...Calma, temos tempo, deixa-a cansar-se", dizia eu já a preparar-me para a recolher com o grip assim que fosse possível. Ela vinha à tona, depois assustava-se com a luz e lá voltava ela para o fundo, às vezes até parecia colar ao fundo!

Com calma e paciencia, ela lá foi encalhada e apesar de não ficar segura à primeira tentativa de grip, ficou à segunda e daí não saiu mais, estava segura e fora da água!

Ainda a tremer do momento, o meu primo fez uma pausa para respirar e tirar 2 ou 3 fotos ao bicho, enquanto eu só queria que andasse por ali outra...

A pescaria continuou, infelizmente não houve mais acção (apesar de ficarem lá mais 2 vinis) e estava assim feita a nossa 1h30 de pescaria, e em grande!
A grande captura
A balança acusou 7,1kg e tinha um tamanho aproximado de 90-100cm!

Com o entusiasmo, combinamos logo outra pescaria para o dia seguinte, mas agora durante o dia para fazer um pouco de reconhecimento de locais. Andamos à procura, aqui e ali, experimentar uns vinis e cabeçotes mas o vento da nortada não era nada agradável. Como a noite anterior deu em sucesso, desta vez as expectativas iam em alta mas não houve um momento como o anterior...
El Xarroco
Nessa tarde saíram 2 xarrocos quase de seguida, sendo o primeiro ligeiramente maior que o segundo e ambos tirados por mim (outra estreia, 2 peixes numa só investida, uau!)

Cada vez mais aperta o tempo para tirar uma Corvina e finalmente me estrear, mas ainda não desisti, sei que ainda me vai dar umas belas surpresas o Rio Tejo ;)

Fiquem bem!

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domingo, 17 de junho de 2012

A pesca é divertida!

Numa chamada rápida, combinei com o meu primo fazermos uma mini-maratona de pesca neste Sábado passado. Acertadas as coisas, iríamos fazer uma pesca à bóia de manhã e à tarde logo se decidia qual o rumo a tomar.

Às 8h15 lá passo eu na casa dele para carregar o material, conversa vai conversa vem, chegamos ao primeiro pesqueiro. Aparentemente, tinha boas condições para dali saírem uns sargos, mas ficou-se pelas aparências. Como ainda tínhamos boa parte da manhã, decidimos procurar novo pesqueiro.

Entre voltas e mais voltas, lá encontramos outro cantinho que parecia (novamente) transbordar de sargos. E é aqui que começa a diversão!

O peixe nada queria connosco, apesar de uma bela engodagem e montagens o mais light possiveis. Eis que me farto de pescar à bóia e decido colocar uma pequena chumbada num destorcedor velho e um anzol antigo, já sabendo que iria acabar num qualquer rochedo da zona.


Ora faço um lançamento bem longo, faço outro de seguida e sinto um tremelicar nervoso na linha. Puxo intrigado e sinto algo preso. Tenho um peixe! Está safa a grade!


Pequeno sargo palmeiro, o safa grades
Entre outros lançamentos, nada mais picou e os ânimos voltaram a cair. Entretanto o meu primo desloca-se um pouco mais para a esquerda e reparou que andava ali peixe, concluindo assim que o engodo estava a fugir do local inicial! Ele e eu ainda tivemos um peixe cada um cravado mas foi por breves instantes.

Continuando a insistir no deslocado local e visto que a cada lançamento que fazia, o anzol vinha limpo, decidi divertir-me um pouco com a situação. Coloco um pequeno chumbo, um anzol 18 e linha 12 que tinha guardado para as desconfiadissimas taínhas. Resultado? Uma grande gargalhada e a imagem seguinte explica o porquê!


Um porta-chaves "GIGANTE"!
Nunca tinha tirado um sargo tão minúsculo! Achei tanta graça ao facto de ter tirado o mais pequeno dos sargos logo no primeiro lançamento que voltei a lançar para o mesmo sitio e nem 5 segundos demorou a sair outro "gigante".


Porta-chaves de todos os tamanhos
Mais 2 ou 3 lançamentos, eu só me ria à gargalhada com o tamanho dos "gigantones" que saíam e sai mais outros!
Porta-chaves pró menino e prá menina!
O sol já ia alto, o escaldão estava cada vez mais marcado na pele mas antes de abandonar o local fiz o último lançamento que quebrou a invicta corrente de sargos "gigantes"!


Porta-chaves de todos os feitios!
Regresso à base, troca-se de material, agora para uns vinis e com um enorme escaldão cada um, vamos explorar alguns locais no Tejo. Sem grande sucesso mais uma vez, as corvinas não querem nada comigo mas eu sou paciente ;)

Por isto tudo, sim, a pesca é divertida, mas apenas se só pescarmos por divertimento!

Nota: Todos os peixes capturados tiveram cuidados redobrados quando foi para retirar o anzol e devolver ao mar!
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Eis o resumo!

(Antes de mais, quero pedir desculpa a quem segue o blog por não ter dado noticias mas tenho estado a trabalhar as minhas pescas aqui por estas bandas, o que me leva a não ter coisas interessantes para contar!)

Após algum tempo de ausência, eis um rescaldo das pescarias feitas até agora pela zona "Sul". Desde que vim para Lisboa, um dos objectivos/sonho é apanhar uma Corvina e/ou Robalo XXL. Para isso meus amigos, é necessário Investigar, Investir e Insistir (Regra dos 3 i's!!).

Inicialmente, comecei por investir em pescarias à Corvina, por ser novidade e desafiante, mas também por ser excitante e estimulante a sensação de um peixe com mais de 10kg na ponta da linha a dar cabeçadas atrás de cabeçadas!! Depois de estudar um pouco os seus hábitos alimentares e transitórios, chega a parte em que é preciso procurar o sitio delas, onde poderão atacar/passar, a que horas, com que marés, com que condições (este ponto é ainda um graaaaaaaannnndddeee parenteses para mim).
Um exemplar de Corvina GRANDE
Felizmente, tive a boa sorte de conviver com um pescador "ferrenho" de corvinas/xarrocos cujas dicas me ajudam e certamente um dia darão frutos! Depois de conversa para a frente e para trás, chega a hora de levar a cana ao Tejo. Inicialmente a adaptação ao estilo de pesca aqui praticada é um pouco demorada e cara, já que se perde algum material com facilidade se não se conhecer o local e/ou dominar a técnica. Investida atrás de investiga, ia vendo outros a ter toques, ataques, vinis rasgados, fios arrebentados... E eu? Nada... Pacifico, nada mexe...

Até ao dia que consegui estrear a minha Hiro Magister Lure (após 8 meses de lançamentos sem sucesso)! Não foi uma estreia brilhante, digna de um relato eufórico e de sonho, mas foi a estreia! Depois de ter desabafado com o meu colega que ainda não tinha "tirado os 3" à cana, ele diz-me assim "dá cá a cana, eu lanço-te ali para o cantinho dos xarrocos e apanhas vá um". Passei-lhe a cana, um lançamento e devolve-me rapidamente dando a seguinte indicação "trabalha o vinil devagarinho, com toques nervosos e sempre junto ao fundo".
Dito e feito, mal virou costas sinto uma prisão e um trabalhar nervoso na ponta da cana, que saudades desta sensação! Só me apetecia gritar de satisfação e alegria(por apanhar um xarroco imagine-se!!), mas lembrei-me que à minha volta tinha pescadores revoltados e frustrados com este peixe nada abençoado pela beleza  pelo que decidi conter-me.
O primeiro peixe da Magister - Xarroco (Halobatrachus Didactylus)
Depois dessa aventura, voltei a insistir agora noutros pousos mas o sucesso ainda não me atingiu. A seu tempo, terei direito à minha dose de adrenalina "corvinante"!

Entretanto, após convites sem sucesso de uma pesca mais simples e divertida pelas zonas de Cascais com o meu primo, decidi-me aventurar na mesma sozinho por essas bandas. Um dia após trabalho e com "una gana" valente para ir à pesca, chego a casa, pego no material o mais rápido possível, chave do carro no bolso e siga que se faz tarde! Chego ao local, monto o material com rapidez e faço uma breve ponderação sobre qual a amostra inaugural. Uma superficial, a Caperlan Murray 100 Silver Green(agora com fateixa nº2 atrás e com um teaser de penas feito por mim) foi a escolha, a ver se com o pôr-do-sol e águas mais calmas eles aí andam!
Não demorou mais do que uns 3 ou 4 lançamentos para uma zona aberta para sentir um ataque e algo preso, que rapidamente me apercebi do que se tratava, um peixe-agulha, curiosamente o meu primeiro nesta andanças de spinning!
Peixe-Agulha de Cascais - bicho irrequieto!
Ainda insisti mais um pouco em vários cantinhos durante essa jornada, mas estava destinado que apenas iria sentir um energético peixe-agulha na ponta da linha. Não me chateia nada, a missão e objectivo foram atingidos, reconhecimento de locais e se possível umas capturas para animar a malta (é o que faz falta!).

De agora em diante, com o tempo a permitir dias maiores e maior actividade da fauna, estou confiante que farei algumas pescarias divertidas! As corvinas continuaram claro no topo do altar, mas os robalos de sonho assim como uma outra espécie curiosa (Sarrajão) continuam a ter vaga!

Até ao próximo post!
Um abraço e boas pescarias!
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quinta-feira, 8 de março de 2012

Abertura às trutas

No passado fim de semana, dia 3 de Março, fui até Penacova para um convívio com o pessoal do PcA.
PcA a marcar presença em Penacova
A viagem revelou-se interessante, com a saída de casa às 5h30 e depois do GPS me ter mandado para o sitio errado e umas manobras estranhas em ruas estreitas, cheguei ao destino eram quase 10h. Feitas as apresentações a quem ainda não conhecia, rapidamente nos entendemos e o que queríamos mesmo era ir à pesca.
Foto de Grupo PcA
A pescaria estava então iniciada e num instante se viram algumas jovens trutas aos saltos, umas sem visitar o pescador outras nem por isso. Da minha parte, apenas vi uma jovem truta perseguir a medalha que lhe apresentava mas não quis nada comigo. O dia preparava-se para nos dar um belo banho a cada momento, mas determinados na busca das belas trutas, permanecemos sempre à beira da água, lançamento atrás de lançamento, medalha atrás de medalha. Num desses lançamentos, um colega (Armando Sousa) engatou uma bela truta quando os restantes colegas já tinham abandonado o local. Caso para dizer que quem procura...

Armando com uma bela truta
Esta zona do rio, para o bem das trutas e restantes espécies,  pertence a uma vasta concessão dividida em lotes. Lote o nosso onde a pesca sem morte é obrigatória. E, na minha opinião, ainda bem!
Catch & Release com todos os cuidados
Após uma pequena paragem para por a conversa em dia e "reabastecer" com minis, pão e chouriço (típico!), avançamos para jusante com novas esperanças. Essas esperanças não iriam demorar muito tempo ter resposta e numa zona de fundão onde se juntam os dois rios, outro colega (Bruno Martins) tira uma grandiosa truta mesmo ao meu lado, que teve direito a video e release "forçado"!
Nesta altura chovia a sério, mas nada abalava este grupo. A busca pelas trutas continuava, sob uma bela paisagem e uma chuva que lavava a alma a cada gotinha caída.
Uma bela paisagem
 O tempo ia passando, as amostras iam voando mas a vontade permanecia sempre ali, insistindo, dizendo sempre "é desta, é agora, lança mais uma vez".
Pesca no seu melhor
Mas o tempo não perdoa e há mais na vida do que pesca, há um grupo de amigos com as mesmas ambições e objectivos que se juntam para conviver e se divertir. O almoço foi o passo seguinte, bem regado de gargalhadas e conversas de pescador. Entre um bom bacalhau assado na brasa, um arroz de lampreia e outras iguarias da casa, sempre bem acompanhado com o senhor tinto e colega branco, não havia ali individualidades. Apenas, um grupo.
Aproveita-se a pausa para mostrar outras capturas e contar relatos passados, recentes ou não, que enchem a cabeça de pescadores novos e menos novos com ideias para atingir "aquele peixe recorde".
Belas cores desta truta apanhada pelo Rui Coimbra
Da parte da tarde, embora já quase na hora de partir, um pequeno grupo de persistentes optou por continuar a pescaria. Desta vez, em estreia mundial, fiz alguns lançamentos (ou parecido) com uma cana de mosca e apenas posso dizer: Não é tão fácil como parece. Requer treino, bastante treino, para ter aqueles lançamentos que se vêm em vídeos e filmes. Mas só por uma razão desisti de insistir, a mosca soltou-se (??) e acabei por entregar a cana ao dono (o meu muito obrigado Armando!).
Antes de me dirigir ao local para fazer lançamentos, ainda ouvi um berro de indignação de um outro colega por ter perdido uma grande truta mesmo aos pés... A pesca tem destas coisas, umas vezes ganha o peixe, outras o pescador...

A tarde já ia avançada, a chuva abrandava com o passar do tempo e a hora da despedida aproximava-se. Uns por compromissos, outros pela longa viagem que os aguardava, rumamos aos carros e com a promessa de um "até ao próximo encontro" partimos cada um à sua vida, satisfeitos na sua plenitude.

Da minha parte, não me arrependo nada de ter feito 545km, ter dormido 5h, ter apanhado chuva praticamente o dia todo e não ter apanhado nenhum peixe. Se voltaria a o fazer? Certamente. Não tão cedo porque a carteira sente o seu peso, mas sim, algo a repetir.

Um dia...
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